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Sexta-feira, 19 Out, 2007

Membrana Seletiva: Motivos pelos quais n�o escrevi pro blog, parte 2 – By another girl

Quarta-feira, 11 Jul, 2007

Hello world!

Sábado, 21 Abr, 2007

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Apresentações

Segunda-feira, 25 Set, 2006

Finalmente, este dia chegou. O dia que nem eu (talvez, nem a Fernanda) esperava que chegasse. hehehe Como todo brasileiro, deixemos as coisas importantes para a última hora :D Fê disse-me, segunda-feira passada à noite, que eu tinha uma semana pra escrever o meu primeiro post, sendo eu a mais nova integrante deste blog feminino de tanto sucesso. _o// Então, o que acontece se juntarmos preguiça + falta de inspiração + muitas coisas pra estudar + mais preguiça? :/ Isso mesmo. Atraso. É meia-noite mais nove minutos da segunda feira. E eu, que já devia estar dormindo, aqui estou, na árdua tarefa de apresentar-me.

Meu nome é Anna Karoline. Gosto de falar o nome composto, pois atendo tanto por Anna, como por Karol, e às vezes sou até uma Jekyll & Hyde myself. Tenho 16 anos e estudo para o cruel vestibular a fim de cursar Turismo (esperançosamente) ano que vem (se não houver mais greves na UFPB…). Sou, por natureza, um tanto pessimista, irônica e inconformada. Gosto muito de ler, música e seriados (me pergunte sobre qualquer um deles e eu sei quem morreu, quem foi traído, quem casou, quem se mudou pra uma cidadezinha e está de volta… tudo!). Como já deu para notar, gosto muito de intervenções (geralmente, entre parêntesis) do meu eu-lírico. hehehe Escrevo como hobby, desde os nove anos, sem nenhum objetivo, apenas pelo simples fato de adorar a atividade e de me dar bem com as palavras. Não gosto de chuchu e a parte do corpo que eu mais gosto em mim são meus olhos e minhas mãozinhas que são pequenas, quase ínfimas. Minhas cores preferidas são preto e rosa e eu não sonho com casamento. Prefiro beber vinho tinho a qualquer outra coisa e meu anseio é dar orgulho aos meus pais, embora ultimamente, tenha dado um pouco de prejuízo pela minha falta de juízo. Sou uma moça bem encaminhada na vida, falo inglês e francês, enrolo no espanhol e sempre imagino como seria minha vida (sem muitas complicações) no século XIX. Sou simples, recatada, modesta e segundo meu namorado, “supercalafragalisticexpialadocious” – se é assim que se escreve… Mas, vamos ao que interessa.

Comovi-me ao ler os relatos a respeito de Wando, o bodecão, o cachorro que todos nós amamos e que aprendemos a respeitar até como patrimônio animal da nossa João Pessoa, o cão cujo prato favorito são os pentes e tênis de Leonardo…

Resolvi eu, também, contar as minhas experiências com cachorros. Não, o post sobre ex-namorados será outro dia. Este é sobre cachorros peludos e que rosnam.. Ainda não os diferenciei o bastante né? Enfim, os mamíferos felpudos, os canis familiaris. É… aqueles que podem ser adestrados e te proteger, AGOOOORA SIM, você sabe de quais cachorros eu estou falando, não é?

Então, eu já tive um dobermann gay (um dobergayy, num neologismo forçado). Nunca, nunca, nunca cruzou com nenhuma fêmea e na única tentativa, correu com medo dela. Até o seu jeitinho de andar fazia vergonha. Ele era conhecido como Bóris e seu sobrenome era um tanto paradoxal: DOCE MAR. Ele, desde os tempos mais remotos, já dava sinais de sua homossexualidade. Não gostava de passear, vivia no escuro de sua casinha (seria emo também?) e paquerava o adestrador. Os do bairro pediam filhotinhos e nós, da família, sem nenhuma perspectiva, começávamos a trocar olhares de negatividade e com um singelo “Claro…” respondíamos, mas com muito acanhamento no falar. Hoje, Bóris vive isolado em um asilo para cães e nós não o vemos mais. Tivemos que doá-lo porque nos mudamos para outra cidade e não podíamos levá-lo conosco. Porém, a última notícia dele que nos chegou aos ouvidos foi que ele estava feliz vivendo com um Fox Terrier lá pelo bairro da Torre… Interessante não?

Como diria algum poeta, se assim tivesse pensado…
Nada como divagações sobre o nada.

Até mais ver.