Uma Pequena Lista

Quinta-feira, 31 Ago, 2006

Estou bem empolgada em relação ao meu primeiro par de décadas, mesmo porque o segundo par não vai ser tão feliz. Em 2026 não vou fazer esse alarde todo. Em compensação, talvez faça uma comemoração de 3 dias de verdade. Vai que ganho na mega-sena até lá? Ou algum outro prêmio exorbitante?

Resolvi que tinha o direito de fazer 20 pedidos, de acordo com minha idade, ainda que eles não possam ser todos atendidos e fazê-los todos 20 dias antes do meu aniversário.

1) Dia sem compromissos
:: Para eu poder passar todo ao lado de Jorge. E não ganhar nem um grama, pra gente poder almoçar num restaurante, lanchar em outro e jantar em outro sem preocupações! E não passar mal, claro.

2) Lenore, by Roman Dirge!
:: Claro, óbvio e evidente que ela ia estar na lista. E não falo só dos quadrinhos, Quero os bonequinhos, camisetas, risqueiro… Lenore é meu vício! Faça uma visitinha a Spookyland qualquer dia!

3) Emilie Simon
:: Não gosto muito de ganhar cds, mas adoraria ganhar os 2 dela. Talvez porque não tenha no Brasil. Ou porque EU não tenha encontrado no Brasil.

4) Um salário polpudo.
:: E um computador. E uma casa. E um carro.

5) Um dia de diva.
:: Banheira cheia de espuma, velinhas, cabelo se comportando perfeitamente bem e todos os possíveis clichês da propaganda do Lux Luxo.

6) Chegar aos 40 com cara de 30.
:: Com certeza seria muito divertido aparentar ser 10 anos mais nova, a partir dos 30 anos! Não antes.

7) Explodir os atuais líderes mundiais.
:: E todos os outros que mantivessem a mesma política. Quem sabe assim o mundo seria um lugar melhor. Quanto a políticos honestos no Brasil, acho que umas 3 gerações precisariam ser explodidas. Pra falar a verdade, eu me divertiria explodindo esse povo… =D

8) Conseguir fazer uns 3 cursos universitários.
:: Na federal, porque é muito caro pagar por 3 cursos(Se bem que eu teria aquele salário, né?). E terminar cada um deles no período certo.

9) Um trabalho divertido.
:: Se possível um que eu não receba ordens. Aliás, eu quero um trabalho no qual eu não receba ordens e, de quebra, seja divertido. Assim talvez não seja uma tortura me levantar pra trabalhar todo dia.

10) Se eu tiver uma filha, que ela seja perfeita.
:: Que aprenda a usar o penico logo, que aprenda a se limpar sozinha logo, que deixe eu colocar enfeites no cabelo, que tenha algum gosto por estudar, pra eu não precisar me preocupar com nota, que só arrume namorados bonzinhos, que não arrume amigas que a levem pro buraco… Enfim, que não me dê dor de cabeça demais.

[Acho que esse é o pedido mais difícil da lista! O melhor é nem ter filho nenhum...]

11) Uns cafés e uns bolinhos!
:: Café expresso, capuccino, mokaccino, chocolate quente, latte; com petit gateau, torta alemã, brownie ou o simples bolo de chocolate! Eu adoooro café! E adoooro doce!!!

12) Meu próprio café.
:: Onde, além de vários e vários tipos de café e chá, teria doces, salgados, petiscos, sucos e milkshakes. E nunca estariam em falta!

13) Mais gente com cérebro.
:: Porque eu acho que uns 4/5 da população mundial vendeu o seu pra uma fábrica de pipoca artificial. Do quinto que sobra, metade não tem cérebro, tem água de coco e miolo de pão.

14) Criar coisas interessantes do nada.
:: Assim, ninguém ficaria naquela de “o que vamos fazer no fim de semana?”. Algo brotaria do chão, garantiria a diversão e sumiria nos ares, até a próxima vez que aquilo fosse interessante.

15) Um “Oi Empresa Plus“.
:: Além de ligar de graça, mandaria mensagens de graça. Meu sonho! E a Oi iria à falência. Definitivamente. Claro que eu também queria escolher qualquer celular da loja e ter um serviço de bloqueio e desbloqueio de números à mão. Assim, só me ligariam as pessoas me me interessa que liguem.

16) Os poderes da Mystique (X-Men).
:: Eu não queria ser azul, de jeito nenhum. Mas adoraria poder mudar de corpo, de cor de cabelo, olhos, voz. Por infinitos motivos, incluindo fazer uma bagunça desgraçada.

[Acho que, talvez, eu possa estar ficando um pouquinho malvada... Mas só um pouquinho, bem pouquinhozinho de nada. A culpa é de Lenore.]

17) Parar o tempo.
::Assim eu nunca me atrasaria pra nada e poderia fazer as coisas com mais calma.

18) Que o mundo não me estressasse.
:: Ok, eu sei que sou estressada por natureza, mas o povo ajuda também, vai! Já pensou se as pessoas fossem mais educadas, menos idiotas, menos lerdas, parassem de reclamar, respirassem fundo e efetivamente resolvessem o que é necessário resolver, não fizessem telemarketing, não tocassem campainha nem ligassem quando estou no banho, não tocassem lixo-music no máximo volume por 12 horas seguidas (aora com a vantagem de ter música de político no meio ¬¬), não usassem o terrível gerundismo… enfim! Eu precisaria fazer uma lista separada somente com os metivos pelos quais as pessoas me irritam profundamente, então vou parar por aqui e dizer que eu adoraria que elas parassem de me irritar!

19) Poder ler todos os livros que quero ler.
:: Ou o dia duraria mais ou eu leria umas 30 vezes mais rápido. Ou, derrepente, seria uma mutante com várias cabeças e braços retráteis e leria mais de um livro ao mesmo tempo. Seria fantástico! Mas talvez não funcionasse muito bem para trilogias…

20) PADRINHOS MÁGICOS!!!
:: Assim eu teria todos os meus desejos atendidos! =D Será que eles me deixam explodir pessoas e coisas afins?


Plutão

Quarta-feira, 30 Ago, 2006

Estava eu, num momento de vagabundagem pura – eu devia saindo da minha aula agora, mas acordei tarde. Na verdade, eu me acordei com o despertador, mas tive uma puta preguiça de me levantar pra só uma aula, de um professor que nem faz chamada. Dormi gostoso, aliás.

E bem, assistindo o programa tosco da Ana Maria Braga, enriqueci minha enciclopédia de conhecimento inútil. Plutão, além de reger aqueles de signo de Escorpião, Gêmeos e Áries, não tem praticamente nenhuma influência nos mapas astrais. Em suma, ele é tão pequeno, tão distante, que ocasionalmente pode trazer uma mudança na vida de uma pessoa em um milhão.

Ah, se Hades soubesse disso…

Enxofre, gritos, sofrimento. Ele vislumbrava tudo do seu trono de ossos, acariciando uma das cabeças do seu cão Kérberus. Tudo corria normalmente – Tântalo continuava sua tentativa interminável de comer e beber, Sísifo rolava a pedra morro acima e morro abaixo… Nada de novo. Ele, no entanto, parecia preocupado.

- E com o que te preocupas?

Uma cópia muito mais generosa da Monica Belluchi andava provocante na sua direção. Ser um deus tinha suas vantagens, afinal. Ela usava o mesmo figurino do Revolutions, só que não parecia estar tão incomodada de usar uma roupa tão apertada. E ficava bem nela. Nada como silicone de ambrosia.

- Esses malditos astrólogos! – explodiu finalmente o deus, seus cabelos inflamando. Levantou-se do trono, enquanto seu cão modestamente se retirou para comer um semi-deus incauto, que queria arrancar-lhe a coleira. – Eles querem me rebaixar! REBAIXAR, a mim!
- Querido, são astrônomos…
- Que seja. Eles acham que conhecem os segredos deste universo. Só porque criaram aqueles malditos conservatórios, que são na verdade antros de imoralidade e desrespeito! Ahn, como é mesmo o nome desses prédios? Prostíbulos?
- Não. Universidades.
- Bem, quase a mesma coisa. Quem eles pensam que são?
- Estudiosos, acho. – respondeu Perséfone, distraída, lixando as suas unhas.

Hades – ou Plutão, como queiram – sempre teve problemas de auto-estima, graças à parte que lhe coube cuidar. Nada contra os mortos, mas… bem, eles estão mortos. Todos o temem, todos pensam que ele é um deus maligno e ausente de sentimentos… mas poucos se lembram que ele seqüestrou Perséfone, neta de Zeus, só por amor. E não foi bem um seqüestro…

- Estudiosos! Até parece! Eles esqueceram quem começou com os princípios dessa ciência supérflua deles? Aqueles que nos adoravam! Que matavam em nosso nome! Sabe, não nos chamamos deuses à toa! Qual o planeta que eles dão para Zeus? O maior deles! Júpiter!
- Bem, querido… quando ainda eram nove planetas, você era o nono, certo? – sem esperar resposta, a elegante deusa continuou. – Quantos são os círculos do inferno, segundo aquele escritor com o qual você toma chá toda tarde?
- Nove… mas onde você quer chegar?
- E qual o melhor livro dele?
- O Inferno…

A postura já ia mudando – parecia mais relaxado. É, era um escritor aclamado até mesmo por quem nunca tinha lido, e o seu melhor livro, era mesmo o que descrevia os domínios de Hades. Hm, não estava tão mal na fita.

- Isso, bom garoto. Agora, me diga: qual dos maiores deuses tem uma esposa como eu?
__________

Sim, algumas pessoas já conhecem esse texto, que eu postei no meu blog. Mas bem, vale a pena ver de novo, e há aqueles que não leram.


Coroação

Domingo, 27 Ago, 2006
para Jorge

Enquanto andava, sua sombra se alongava. O sol começava a baixar por trás daqueles muros de pedra, fazendo seus cabelos loiros parecerem mais claros, brilhando à última luz do dia. Eles escorriam quase até seus ombros, não tocando o tecido branco de seu longo vestido por poucos centímetros.

O Coliseu estava vazio, nada se ouvia, exceto seus passos. Não havia gladiadores, sangue derramado, gente gritando nem imperador para autorizar a execução do perdedor. Mesmo porque não havia perdedores. Nenhum barulho vinha de fora. A cidade parecia estar vazia. Roma parecia ter morrido.

Andando pelas arquibancadas, ela não poderia saber o que acontecia lá fora, mas sentia o pesar.

Do alto, olhou para a arena vazia. O silêncio era profundo. O sol baixo dava um brilho diferente a tudo. Ela desceu, em direção ao centro da arena, os passos quebrando a solidez da quietude.

Enquanto caminhava lentamente para o centro, um homem surgiu. Coincidentemente, também usava branco, mas uma faixa de tecido vermelho cruzava o seu peito.

Ela parou, quase no meio da arena. A cabeça baixa em sinal de respeito. A figura alta, tão branca quanto ela, os cabelos negros contrastando com o resto, se aproximou. A luminosidade se tornava avermelhada.

Ele depositou uma coroa em sua cabeça. Pequena, delicada, dourada; por pouco não se confundia com o cabelo.

Ela se manteve calada, de olhos baixos, solene. Não havia pesar, ela não conseguiu identificar o novo sentimento imediatamente. Sabia que era algo bom, a não ser por uma ligeira sensação de que, talvez, não merecesse aquilo.

Os últimos raios solares fizeram tudo cintilar: a coroa, os cabelos, as roupas e o bondoso par de olhos castanhos dele.

Segurando levemente no queixo, ele levantou a cabeça dela. Seus olhos se encontraram. O sol se pôs.


Celular – Um grito de socorro

Sábado, 26 Ago, 2006

Não, não é pelo filme. Filme esse que, aliás, eu nem vi. Mas parece que o diretor tem um tesão inexplicável por telefones – que o diga o interessantíssimo Por um fio, com Collin Farrel.

Bem, eu sempre tive uma certa rejeição por celulares – achava um saco ter que ficar carregando aqueles tijolões enormes, e eu não sabia mexer direito. Coisas tecnológicas tendem a não funcionar muito bem perto de mim – que o diga meu computador.

Mas bem, voltando ao tópico, com o tempo essa minha rejeição foi aumentando. Principalmente quando todo mundo aqui em casa passou a ter seu próprio celular – maldito capital, popularizador de tecnologias. Meu já tão limitado sossego acabara: minha mãe me liga para saber onde eu estou, a que horas eu vou voltar; meu pai me liga para saber a mesma coisa; amigos do meu irmão me ligam para falar com ele; pessoas fuçam no meu celular para ler as minhas mensagens; meu namorado fuça nos joguinhos para quebrar meus mízeros recordes… e, claro, ainda corro o risco de ter o celular roubado.

Minha orgeriza (é assim que se escreve?) aumentou principalmente depois que a minha mãe arrumou um plano empresa. Olha só, agora ela liga pra mim de graça, pelo menos 3 vezes por dia, para saber onde eu estou, com quem eu estou, o que eu estou vestindo, em que altura do caminho de volta pra casa eu estou…

É. E uma operadora ainda usa o slogan: “Use a nossa tecnologia para facilitar a sua vida”.


Centro Local de Consumo e Lazer

Terça-feira, 22 Ago, 2006

Esse fim de semana, apesar da minha gripe, fui ao shopping com intenção de jantar e ir ao cinema. Claro que minha surdez momentânea me fez pagar um pequeno mico, durante 2 segundos, até que resolvi que não era eu quem estava pagando mico. Mas já chego lá.

Antes de contar histórias, já notou que…

:: A praça de alimentação parece refeitório de prisão?
Mesinhas todas juntas, uma ao lado da outra, o badejão dos restaurantes. Ao menos as cadeiras não são mais de metal!

:: Você chegaria no andar de cima/de baixo se não fosse pela escada rolante?
Por quê as escadas rolantes precisam ser tão vagarosas? Chega a dar agonia, quando paro para pensar. Ok, a vantagem é que você não precisa fazer esforço, fica paradinho ali, em pé, só olhando as vitrines e ouvindo a música ambiente de baixa qualidade. Em compensação, indo pela escada normal, você adquiriria pernas durinhas (se vai pro shopping com a mesma freqüencia que eu) e poderia tomar aquela caneca de chocolate quente especial sem se preocupar (muito).

:: No sábado você encontra mais crianças do que em creche?
Você chega no andar do cinema e lá estão elas. Todas, inclusive, vestidas de modo muito parecido e muito, digamos, inapropriado. A maior parte delas está ali porque é o “point”, elas nem ao menos vão para o cinema! O dinheiro que papai deu quando despejou no shopping só dá pra tomar um sorvete, comprar um chiclete e um chocolate. Ou seja: elas estão ali para assustar. Para fazer tumulto e me deixar com medo de olhar a fila para comprar ingressos.

:: Todas aquelas crianças tem um celular melhor que o seu?
O que aconteceu com o mundo? Tudo bem, a partir dos 13 anos talvez seja necessário que se tenha um celular, pra pedir pro papai ir pegar na porta do shopping às 9h30, mas pode ser aquele que custa R$ 99. Celular com toque polifônico, câmera, secretária eletrônica, escova de dentes e batom? Pra quê? Pra ser quebrado em 6 meses? Eu quebrei meu primeiro celular em 6 meses, mas pelo menos ele custou beeem barato. O segundo demorou um pouco mais, acho que um ano. Enfim, eu não confio um celular-videogame na mão de alguém tão novo. Ainda mais porque acredito, com minha bondade e ingenuidade, que aqueles celulares são dos pais e os pré-aborrecentes pegaram emprestado.

:: Você raramente pode confiar em ser bem atendido em alguma loja?
É shopping center. Todas as lojas são podres de chique. E claro que ninguém vai acreditar que você seja capaz de comprar uma sandália de R$500 se está usando calça jeans e tênis. Não que eu tenha entrado numa loja dessas, acho um absurdo pagar R$500 por uma sandália/saia/biquini. E os produtos nem sempre são bons, mas tem que custar caro, porque a loja é no shopping.

:: O playtime local custa um absurdo?
Três reais pra pegar um bichinho de pelúcia na garra?!? Quanto pra dançar no “Pump”? Uns R$4? R$5? E aquela foto adesiva na qual seu rosto sai distorcido? lembro que quando era criança aquilo custava R$4, hoje custa R$8. Tudo por causa daquelas crianças que fugiram das creches com os celulares dos pais no bolso.

:: Sempre há uma chance de você pagar mico?
Lá estava eu, gripada, com dor de garganta e semi-surda no banheiro. Estou tentando parecer menos doente na frente do espelho e vejo duas meninas com uns 12 anos num banquinho lateral, tirando fotos com a câmera digital. Isso mesmo. Dentro do banheiro. Virei pra minha amiga e falei, crente que tinha baixado a voz:
“Que lugarzinho pra se tirar foto!”
Claro que as pirralhas ouviram. E ficaram chocadas! E o fato delas terem ficado chocadas me chocou. Ora! Tirar fotos num banheiro público? Que vidinha, hein?
Agora eu parei pra pensar: a dona da câmera levou o objeto para o shopping escondida da mãe. E claro que não vai tirar suas fotos caras-e-bocas num lugar aberto. Vai que passa um tio ou um amigo da mãe e comenta com ela mais tarde? Provavelmente dali elas entraram em alguma loja e tiraram várias fotos enquanto provavam roupas, para dizer que usam roupas de grife.


Click => Outra Visão

Segunda-feira, 21 Ago, 2006

Isso aqui não é exatamente um site sobre cinema… O que nos dá o direito de escrever várias vezes sobre a mesma coisa e escrever com atraso.
Viu como é bom não estabelecer metas muito altas?

Fui ver “Click” hoje e acho que isso de escrever as críticas dentro de uma lan house vai virar… “Rotina” não é a palavra. Não gosto de rotina… Costume. Posso dizer que o combo cinema+lan house vai acabar virando um costume. Um hábito.

Atrás de mim há um treino para um campeonato de Quake, o operador está vendo vídeos estranhos e além do meu pc, apenas outros 4 estão ocupados. Há suas vantagens de usar uma lan house de madrugada.

[Falando nisso... Essa é pra quem conhece: procurem por Lei Long no YouTube. Ou, se a preguiça for muita, cliquem -> aqui <-]

Voltando a falar do filme. É com Adam Sandler, então eu não esperava muita coisa, apesar de terem me dito que o filme é bom. Acabei surpresa. O filme acabou valendo o meu não-muito-rico-dinheirinho, mas só porque a entrada aqui em João Pessoa não é tão cara assim. (Imagina se eu pagaria, por exemplo, R$12 pra ver o filme? Nem morta! Iria pro cinema 2 vezes por ano e olhe lá!)

Adam Sandler é um arquiteto com uma bela família e quer dar para seus filhos o que ele não teve quando criança, então se mata de trabalhar. O problema é: por amar a família, ele a deixa de lado, tentando ganhar dinheiro para satisfazer as necessidades dela.

Já viram a moral da história, né? Não? Ok, tô boazinha hoje: “Family comes first” (A família vem em primeiro lugar).

Proceding: Um belo dia, Adam Sandler (notou que não lembro nem a pau o nome do personagem? Sei que o sobrenome é Newman… eu acho.) se enfurece porque é incapaz de acertar qual controle remoto faz o quê e vai atrás de uma loja para comprar um controle remoto universal. Ele chega na Bed, Bath & Beyond(Cama, Banho & Além), não acha a seção de controles remotos universais e se joga numa cama. No que ele vira, está a porta com o nome Beyond (Além) chamando por ele e ele entra. Lá ele recebe o tal controle remoto que supostamente o ajudaria a controlar a vida dele.

A partir daqui, só vou dizer que o filme tem umas graças engraçadas, outras sem graça, alguns momentos tocantes e, óbvio, uma certa dose de clichês. Afinal, o que seria de um filme desse sem clichês?

Mais uma vez, não leia o que está em vermelho:

Tudo acaba bem.

E isso é o que vou fazer de spoiler. Mas talvez você também não queira ler os comentários. Então, eles também estão em vermelho.

Comentários:
O cara é muito burro! Não sabe mexer direito na porcaria do controle. Você não acelera os momentos bons pra trabalhar. Muito pelo contrário!!! O que eu acho é que ele podia dar pausa, fazer a parte inicial do trabalho e dar play. Assim ele não perderia os principais momentos da vida dele.

Se bem que aí também não haveria filme.

E achei a porta “Way Beyond” muito legal! =D Só pelo nome, nada demais.

Para concluir, pode ir ver o filme tranqüilo, mas não espere que vá ser o filme da sua vida.

Outra coisa: o “m” do teclado daqui do Arena encrencou comigo. Ô troço chato! Eu deveria ter escrito o texto todo com um… sei lá! Um @ no lugar do m.

Agora já foi.


Buton

Sexta-feira, 18 Ago, 2006

Agora o blog tem um buton.

O fiz para ilustrar a nossa comunidade no orkut: http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=19043641&refresh=1

=)

Pelo menos, há um post para hoje!


Ficar doente, só se for em propaganda ou novela.

Quinta-feira, 17 Ago, 2006

Todo mundo já viu uma propaganda de Benegrip ou Naldecon. As pessoas chegam, com suas maçãs do rosot rosadas, olhares vivos, seu olheiras, postura de bailarinha na farmácia e espirram. Uma única vez. Alguém vira e pergunta se é gripe e dá um remédinho milagroso. No dia seguinte está tudo bem.

Eu não estou gripada, estou apenas resfriada. O que uma chuvinha seguida de 2 horas de ar condicionado não fazem por você, não é mesmo? Murphy é um amor. Existe a mínima possibilidade de você ficar doente, então você VAI ficar doente. Eu evitei o máximo que puder levar chuva, mas ela tratou de cair bem quando eu não tinha onde me esconder.

Tudo bem. Acordo eu (às 8h, diga-se de passagem, após ir dormir lá pras 2h da manhã) com a empregada da vizinha ouvindo forró e axé aos berros. Massa. Me reviro e consigo dormir até às 10h da manhã. Me levando, vou ao banheiro e noto meu estado. Olheiras, nariz congestionado e levemente inchado, dor no corpo, frio apesar do lindo e estonteante sol lá fora, olhos lacrimosos. nem as espinhas foram perdoadas. Fiquei com o rosto cheio de marquinhas vermelhas! Ah! Claro que também estou com dor de garganta e minha voz tá esquisita.

Isso tudo e nem gripada eu estou! Essas gripes de propaganda são uma injustiça. É pior que novela em que as mulheres já acordam maquiadas e com o cabelo penteado. Ou se acabam de chorar, o rosto não incha nem fica vermelho, a maquiagem mal escorre.

Claro que nada se compara aos moribundos de novela. Principalmente os ricos. Tirando o fato de que são velhos, estão todos com boa aparência. E num quarto luxuoso. Numa cama com cobertas de cetim. O melhor de tudo, com alguém indo e vindo com comidinhas gostosas, frutinhas, o remedinho e um café quentinho.

Eu tenho que ficar boa amanhã. Se não ficar, quero acordar com cabelo penteado, maquiagem impecável ter tratamento de moribundo de novela. Caso contrário, me chame o gerente, tenho uma queixa seríssima a fazer.


Listas [adoro]

Quinta-feira, 17 Ago, 2006

[Músicas que amo - Top 12, no momento]

- U2 – Eletrical Storm [beije ouvindo esta música e veja o que ocorre; sobre o U2...preciso comentar? Também escute a nova versão de One com Mary alguma coisa...]
- 10.000 maniacs – Because the night [the same to this one, antiga mas legal...veja a letra]
- Garbage – I think I’m paranoid [s.e.x.y!!!]
- Beatles -Twist and Shout [amoooo, boa demais pra "se sacudir"]
- Kt Tunstall – Sunddenly [girl's song, dá vontade de sair com as amigas de carro]
- Keane – Is it any wonder [é nova, mas já amei de cara]
- James Blunt – High [uma paz tão grande...aliás, a maioria das músicas dele, preciso do cd]
- Black Eyed Peas – Pump It [dá vontade de sair pra dançar, aiiiiiiii]
- Chris Isaak – Wicked Game [o clipe desta música é %$#@#, caramba!!!! Assista com alguém e se inspire]
- Avril Lavigne – Nobody’s Home [sad sad, but nice!]
- Foo Figthers – Best of U [o clipe é lindo, a música é demais!!]
- Coldplay – Speed of Sound [incrível!!!!!! Amo demais essa banda...]

SIM, o post não tem nada de “importante”, kkkkkkkkkk…mas se você queria uma idéia, algo novo ou “ressuscitar” alguma música da memória…pode ter sido útil pra você.

[Filmes - Top sei lá]

- O mistério da libélula
- O conde de Monte Cristo
- Diário de uma paixão
- Tristão e Isolda
- Piratas do Caribe 1 e 2
- Click
- A vida é bela
- O Último Samurai
- V de vingança
- A marca
- A noviça rebelde
- A Fantástica fábrica de chocolates
- Noiva Cadáver
- Grande menina, pequena mulher
- Um presente para Helen
- Sinais
- O Gladiador
- A ilha
- A passagem
- Doze homens e outro segredo

SIM, o post pode realmente não ter importância…kkkkkkkkkk, mas assistam alguns destes, ou todos…você vai ter tempo um dia.


Galanteador de Praia.

Quarta-feira, 16 Ago, 2006

Já que ontem fiz desse blog um pequeno picadeiro, resolvi contar uma história que aconteceu há alguns anos.

Apesar dos homens serem, sim, palhaços, não vou utilizar esse epíteto aqui. Vai que as garotas do HTP resolvem me processar por plágio? =)

Estava eu na praia do Poço com minha prima. Talvez tenha sido em Camboinha, mas era verão então ambas estavam igualmente cheias. Estávamos conversando besteira, rindo feito duas lesas e, por algum motivo, andávamos de mãos dadas. Coisa de prima/amiga próxima.

Nisso, o galanteador em questão sai de baixo de sua sombrinha e grita: “Eu também quero!

Nós duas caímos na gargalhada e uma teve a presença de espírito de responder: “Tem não! Agora só amanhã!

Juro como eu queria lembrar quem foi. Provavelmente a minha prima. Isso foi na minha fase pré-respostas-grossas.